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      O sítio dos Gverreiros
      António Costa
      2021/07/18
      E0
      "O sítio dos Gverreiros” é uma coluna de opinião de assuntos relativos ao SC Braga, na perspetiva de um olhar de adepto braguista, com o sentido crítico necessário, em busca de uma verdade externa ao sistema.

      O SC Braga teve um percurso limpo até chegar à final, na Euro Winners Cup, de futebol de praia. A final começou antes da hora, uma vez que uma decisão precipitada e exagerada da arbitragem tirou Lucão aos Gverreiros das areias do jogo decisivo frente ao Kristal, por duplo amarelo e consequente vermelho, a que se juntava a ausência conhecida de Jordan Santos, devido a lesão.

      A final foi decidida em detalhes, porque os oponentes são as melhores equipas da atualidade, e acabou por pender para o lado russo, num jogo em que houve areia na engrenagem, colocada por decisões dúbias dos árbitros, que acabaram por prejudicar os minhotos. Resta agora continuar o trabalho e tentar conquistar os títulos em disputa a nível interno, porque não adianta chorar depois de passado o jogo, que já pertence à história. Por cada Gverreiro tombado levanta-se uma Legião, por isso levantem-se os Gverreiros e corrijam o que foi mal feito, para que os sorrisos se voltem a abrir nas cores arsenalistas. A hora é de reflexão e de (re)união, porque há mais coisas para disputar na presente temporada.

      O SC Braga fez um estágio no Algarve, onde disputou três jogos em poucos dias, de onde resultaram três empates, o que permite dizer que a equipa não venceu nenhum jogo, numa visão mais pessimista, ou que a equipa não perdeu nenhum jogo e apenas sofreu um golo, numa visão mais otimista. Os nulos registaram-se frente aos “secundários” Estrela da Amadora e Farense, ao passo que a igualdade a um golo se registou frente ao Portimonense. São apenas indicadores de pré-temporada, pois o que importa mesmo é que a equipa esteja pronta no último dia do mês para responder ao desafio exigente, que por certo será o embate com o Sporting, em Aveiro. A acreditar nas palavras do treinador, parece o que o trabalho está a decorrer nos moldes definidos, mesmo que fossem expectáveis resultados mais positivos nos jogos disputados, no quente tempo algarvio, mostrando que a engrenagem necessita ainda de lubrificação.

      Carlos Carvalhal tem pela frente decisões a tomar, pois não é crível que o plantel fique tão extenso como está neste momento. Os ajustes serão feitos a seu tempo, veremos é se acontecerão por opção do treinador ou por imposição do mercado.

      Os próximos tempos terão Braga como local de trabalho e mais dois jogos particulares, frente ao Marselha, das chuteiras “perdidas”, e ao Paços de Ferreira, ambos na Pedreira. Era desejo bracarense que estes encontros tivessem público nas bancadas, mas, a avaliar pela lentidão com que se tomam algumas decisões em Portugal, a permissão de adeptos pode bem chegar depois de os jogos se terem realizado. Aliás, neste momento parece uma brincadeira a marcação do dia 27 deste mês para decidir os moldes de regresso dos adeptos aos jogos de futebol, uma vez que escassos dias depois se joga essa final da Supertaça. Não podemos ser muito exigentes, uma vez que estamos em Portugal, onde refletir é a palavra de ordem e decidir é coisa para ser feita em tempo oportuno, que é como quem diz para não decidir ou decidir o mais tarde possível.

      O Euro 2020 terminou com uma vitória justa da Itália, que na final derrotou a Inglaterra nos pontapés da marca de grande penalidade, dado que ninguém conseguiu desfazer o empate a um golo, observado ao longo do tempo regulamentar e, mesmo, adicional. Os britânicos chegaram à vantagem ainda os italianos entravam em campo e depois esperaram que o tempo corresse e se encarregasse de ditar o desfecho final, pelo que que foi merecido o castigo de quem não quis jogar acabasse por perder. Fica para a história, deste atípico campeonato, a conquista do título pela squadra azzurra, como prémio da rotura com o anti-futebol do passado, a que muitos chamado de “cinismo italiano”. Venceu o (bom) futebol e por isso terminou bem esta histórica e longa epopeia, de um Europeu que demorou mais do que era desejável. Parabéns, aos vencedores.

      perder. Fica para a história, deste atípico campeonato, a conquista do título pela squadra
      O Euro 2020 terminou com uma vitória justa da Itália, que na final derrotou a Inglaterra nos pontapés
      da marca de grande penalidade, dado que ninguém conseguiu desfazer o empate a um golo,
      observado ao longo do tempo regulamentar e, mesmo, adicional. Os britânicos chegaram à vantagem
      ainda os italianos entravam em campo e depois esperaram que o tempo corresse e se encarregasse de
      ditar o desfecho final, pelo que que foi merecido o castigo de quem não quis jogar acabasse por
      perder. Fica para a história, deste atípico campeonato, a conquista do título pela squadra azzurra,
      como prémio da rotura com o anti-futebol do passado, a que muitos chamado de “cinismo italiano”.
      Venceu o (bom) futebol e por isso terminou bem esta histórica e longa epopeia, de um Europeu que
      demorou mais do que era desejável. Parabéns, aos vencedores.
      O Euro 2020 terminou com uma vitória justa da Itália, que na final derrotou a Inglaterra nos pontapés da marca de grande penalidade, dado que ninguém conseguiu desfazer o empate a um golo, observado ao longo do tempo regulamentar e, mesmo, adicional. Os britânicos chegaram à vantagem ainda os italianos entravam em campo e depois esperaram que o tempo corresse e se encarregasse de ditar o desfecho final, pelo que que foi merecido o castigo de quem não quis jogar acabasse por
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      O Euro 2020 terminou com uma vitória justa da Itália, que na final derrotou a Inglaterra nos pontapés da marca de grande penalidade, dado que ninguém conseguiu desfazer o empate a um golo, observado ao longo do tempo regulamentar e, mesmo, adicional. Os britânicos chegaram à vantagem ainda os italianos entravam em campo e depois esperaram que o tempo corresse e se encarregasse de ditar o desfecho final, pelo que que foi merecido o castigo de quem não quis jogar acabasse por
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      A final foi decidida em detalhes, porque os oponentes são as melhores equipas da atualidade, e acabou por pender para o lado russo, num jogo em que houve areia na engrenagem, colocada por decisões dúbias dos árbitros, que acabaram por prejudicar os minhotos. Resta agora continuar o trabalho e tentar conquistar os títulos em disputa a nível interno, porque não adianta chorar depois de passado o jogo, que já pertence à história. Por cada Gverreiro tombado levanta-se uma Legião, por isso levantem-se os Gverreiros e corrijam o que foi mal feito, para que os sorrisos se voltem a abrir nas cores arsenalistas. A hora é de reflexão e de (re)união, porque há mais coisas para disputar na presente temporada.


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