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      Resumo(2021/22)

      JVEDDG
      22006-0
      22006-0
      [Jogos decididos por Moeda ao ar (MA) ou por grandes penalidade (g.p.) são considerados empates]
      Leicester City
      3.00
      vs
      3.10
      Manchester City
      1.83
      D

      plantel

      Guarda Redes
      13
      33
      Defesa
      2
      3
      5
      6
      39
      19 anos
      62
      94
      Médio
      25
      65
      21 anos
      66
      20 anos
      80
      81
      87
      96
      19 anos
      Avançado
      26
      41
      47
      21 anos
      53
      72
      74
      NACIONALIDADES
      PaísValor
      Inglaterra
      Inglaterra
      16 (41,0%)
      Espanha
      Espanha
      5 (12,8%)
      Brasil
      Brasil
      4 (10,3%)
      Portugal
      Portugal
      3 (7,7%)
      Países Baixos
      Países Baixos
      2 (5,1%)
      França
      França
      2 (5,1%)
      País de Gales
      País de Gales
      1 (2,6%)
      Argélia
      Argélia
      1 (2,6%)
      Bélgica
      Bélgica
      1 (2,6%)
      Ucrânia
      Ucrânia
      1 (2,6%)
      Escócia
      Escócia
      1 (2,6%)
      Alemanha
      Alemanha
      1 (2,6%)
      Estados Unidos
      Estados Unidos
      1 (2,6%)
      Médias
      ItemValor
      Jogadores39
      Média Idade24,05
      Média Altura180 cm
      Média Peso74 Kg

      equipa técnica

      Treinador
      Outros Técnicos
      Treinador-adjunto
      Treinador-adjunto
      Treinador-adjunto
      Preparador Físico

      outros departamentos

      Observação
      Coordenador de Scouting
      Formação
      Coordenador de Formação

      dirigentes

      Presidente
      Outros Dirigentes
      Diretor Desportivo
      Diretor Geral de Futebol
      D

      Vídeo

      Resumos
      Colocado há 22 dias | 46 Visualizações | Duração: 05:12
      D

      Títulos (35)

      Competições Internacionais (1)
      DADOS GERAIS
      D
      NomeManchester City Football Club
      AlcunhasCitizens
      Ano de Fundação1880-11-18
      País
      Inglaterra
      Inglaterra
      AssociaçãoLancashire FA
      Marca EquipamentoPuma
      PatrocínioEtihad Airways
      Equipamento
      Manchester City
      Outras Ligações
      PresidenteKhaldoon Al Mubarak
      Evolução históricaArdwick AFC
      MoradaSportcity, Manchester M11 3FF
      RankingsUEFA: 3 [2020/21]  |  IFFHS: 26 [Maio]
      Hino Oficial
      /
      RAIO X
      ESTÁDIO
      Etihad Stadium
      Etihad Stadium
      Inglaterra
      Manchester
      Lotação55097
      Medidas105x68
      Inauguração2003
      Enciclopédia
      História
      Para os adeptos mais novos ou mais recentes de futebol, pensar no Manchester City é pensar nos muitos milhões gastos nos últimos anos e nos grandes nomes que por lá passam e têm passado, mas os cityzens têm muita história que se lhe diga por trás e uma origem até curiosa. Uma origem religiosa e humanitária Os calendários marcavam o ano de 1880 quando alguns membros da igreja de St Mark’s, em West Gorton, Manchester, fundavam o Ardwick Association Football Club. Conhece? É normal que não, mas depois de 14 anos de existência sob esse nome, este passar-se-ia a chamar Manchester City Football Club, um nome que nos chegou até aos dias de hoje. O clube nasceu com fins meramente humanitários. Nessa altura, dois dos guardas da igreja pretendiam arranjar uma forma de conter a violência entre os gangues locais e o alcoolismo ao arranjar novas atividades para os homens e nada melhor do que a criação de um clube de futebol, modalidade que estava a começar a explodir nessa altura em Inglaterra – apesar de terem primeiro criado um clube de críquete. O primeiro jogo de sempre registado pelo antigo Manchester City disputou-se a 13 de novembro de 1880, naquela que foi uma derrota por 2x1 frente à equipa da igreja de Macclesfield. A primeira temporada foi bastante negativa para o Ardwick Association Football Club, visto que apenas venceram um jogo nessa sua temporada inaugural de 1880/81 – frente ao Stalybridge Clarence. Primeiros anos de glória e de tragédia Depois de vários anos no escalão mais baixo do futebol inglês, o clube, já designado Manchester City na altura, venceu a Segunda Divisão em 1899, garantindo, assim, a promoção automática à primeira divisão.  Desde a sua chegada ao principal escalão do futebol inglês, não tardou até que o Manchester City conquistasse o seu primeiro grande troféu, com a vitória por 1x0 sobre os históricos Bolton Wanderers na final da FA Cup em 1904. Nesse ano, o clube ficou ainda perto de conquistar a dobradinha, ao ficar em segundo lugar no campeonato, mas para a história ficou como o primeiro clube de Manchester a conquistar um troféu. Depois dessa conquista, o clube foi acusado de irregularidades financeiras durante duas temporadas, o que culminou na suspensão de 17 jogadores em 1906, o que levou a que alguns desses trocassem o City pelo Manchester United. Depois deste episódio, em 1920, um incêndio na sua localização original, Hyde Road, destruiu a arquibancada principal do seu estádio, o que levou o clube a mudar-se para Maine Road, aquela que foi a sua casa durante várias décadas. Foi já na sua nova casa que o Manchester City voltou a conhecer o sabor da glória. Na década de 1930, alcançou duas finais da FC Cup, a competição mais antiga de futebol do mundo, perdendo a primeira para o Everton, em 1933, e vencendo no ano seguinte por 2x1 frente ao Portsmouth. Nesse mesmo ano, o clube registou ainda um recorde de assistência em Maine Road, quando 84569 pessoas assistiram à partida com o Stoke City. A fama do Ctiy estava em ascensão. A conquista da tão desejada Premier League chegaria em 1937 – curiosamente no ano em que o Manchester United descia de divisão -, a sua primeira da história, mas a sua glória não durou muito tempo, uma vez que o City desceria à segunda divisão no ano seguinte, apesar de ter sido a equipa com mais golos marcados nessa temporada. Segunda Guerra Mundial e a montanha-russa dos anos 50 e 60 A descida do Manchester City ao segundo escalão do futebol inglês coincidiu praticamente com o início da Segunda Guerra Mundial (1939). Nessa altura, os torneios oficiais de futebol foram suspensos, levando mesmo vários atletas a participarem na guerra. Com o final da Grande Guerra em 1945, e a reconstrução das cidades, regressou também o futebol, e o Manchester City regressou também ele aos grandes do futebol inglês, ao conquistar a segunda divisão em 1946/47. O clube passaria, no entanto, apenas três anos no principal escalão, acabando por descer em 1950, algo que não durou muito tempo, uma vez que voltou a subir na temporada seguinte. Nessa década, o City voltaria a vencer a sua competição de eleição e novamente com duas aparições seguidas. À imagem do que havia acontecido duas décadas antes, perderam a primeira final da FC Cup, em 1955, frente ao Newcastle e venceram no ano seguinte contra o Birmingham City. Esta vitória ficou marcada pela curiosa história do guarda-redes alemão Bert Trautmann, que partiu o pescoço sem saber e continuou a jogar. Seguiram-se uma série de épocas na luta pela permanência, o que culminou mesmo com a descida à segunda divisão em 1963, curiosamente com uma derrota às mãos do United na última jornada do campeonato. Uma nova era dos cityzens Com o clube a atravessar uma fase muito negra, no verão de 1965 o clube viu a Joe Mercer e Malcom Allison assumirem a equipa técnica do City, o que acabou por ser revolucionário no clube. Nessa mesma época voltaram a ser campeões da Segunda divisão, trouxeram vários nomes de peso – como Colin Bell e Mike Summerbee – e alcançaram o título da Premier League em 1967/68, superando os rivais do Manchester United, que ficaram em segundo lugar. Viviam-se tempos de glória nos cityzens, com a conquista da sua primeira Taça de Inglaterra em 198/69 e de uma nova FA Cup em 1969/70. Se a conquista de títulos internos não fosse por si só já grandiosa, em 1970 o Manchester City conquistou o seu primeiro título internacional, ao vencer a Taça dos Vencedores das Taças frente aos polacos do Górnik Zabrze (2x1), em Viena, Áustria. A esse troféu internacional juntou a Taça e a Liga inglesa dessa temporada, tornando-se a primeira equipa de Inglaterra a vencer um troféu internacional e nacional na mesma história. Durante o resto da década de 70, o Manchester City não conseguiu manter o ritmo alucinante da segunda metade da década anterior e durante vários anos estiveram afastados das grandes decisões, até que, em 1976, voltaram a conquistar a FA Cup, com uma vitória por 2x1 frente ao Newcastle. A tempestade antes da bonança Nos anos 80, o City viveu um autêntico calvário e andou a saltar entre a primeira e a segunda divisão várias vezes. Depois de chegar à final da FA Cup em 1981, desceu ao segundo escalão em 1983, subiu e voltou a descer em 1987. Foram anos de várias decisões administrativas bastante contestada pela massa adepta e por contratações milionárias falhadas, mas os cityzens conseguiram regressar aos grandes do futebol inglês em 1989. De volta à primeira divisão, tardou até aos azuis de Manchester voltarem à luta pelos grandes títulos e nos primeiros anos da década de 90 andou sempre próximo dos lugares de descida, até que em 1992/93 fez parte das equipas que estiveram na reformulação da primeira divisão para a famosa Premier League, como é conhecida até hoje. Esta fase menos conseguida do Manchester City coincidiu com a ascensão do Manchester United enquanto uma das maiores (senão a maior) potência do futebol inglês. Enquanto os red devils iam conquistando títulos e estavam nas maiores decisões internacionais, o City desceu novamente à segunda divisão em 1996, cenário esse que ficou ainda mais nego em 1997/98, quando desceram ao terceiro escalão. Com esta descida ao terceiro escalão do futebol inglês, o Manchester City tornou-se apenas no segundo campeão europeu da história a descer a tal divisão do seu respetivo campeonato. O primeiro haviam sido os alemães do FC Magdeburg. Já sob a tutela do novo presidente David Bernstein, que implementou uma maior disciplina fiscal no clube, o clube regressou à Premier League rapidamente, com duas subidas em dois anos consecutivos, mas, mais uma vez, foi uma estadia muita curta, com os cityzens a voltarem ao segundo escalão em 2001. A tão esperada bonança e os milhões árabes  De regresso à Premier League apenas um ano depois de descer, os primeiros anos do século XXI do Manchester City foram anos de transição administrativa e técnica – vários treinadores passaram pelo clube, entre os quais o mítico Sven-Goran Eriksson – e a formação inglesa esteve vários anos fixada nos lugares a meio da tabela. O ano de 2008 marcou o ano de mudança definitiva dos cityzens, com o clube a ser adquirido pelo Abu Dhabi United Group, uma empresa dos Emirados Árabes Unidos que é propriedade do milionário sheikh Mansour bin Zayed Al Nahyan, membro da família real de Abu Dhabi. Com a chegada do dinheiro árabe a Manchester, chegaram também várias contratações milionárias ao longo dos anos. Robinho, Kolo Touré, Emmanuel Adebayor e Carlos Tévez foram alguns dos nomes que marcaram a primeira geração de reforços estratosféricos do Manchester City, que, apesar do dinheiro investido, tardava em alcançar resultados desportivos que correspondessem aos seus reforços. No entanto, tornou-se presença assídua nas competições europeias. A afirmação definitiva do Manchester City enquanto uma das maiores potências do futebol inglês chegou em 2011/12. Nessa altura, os cityzens, comandados pelo italiano Roberto Mancini, já tinham aumentado, e bem, o seu leque de estrelas na equipa, contando com nomes como Yaya Touré, Mario Balotelli, David Silva, Kun Aguero e Samir Nasri e conseguiram mesmo conquistar o título de campeões ingleses na última jornada. Para tornar este feito ainda mais grandioso, superaram o Manchester United, num título que, devido à igualdade pontual, ficou apenas decidido com a diferença de golos. Seguiram-se anos de luta pela revalidação do título, recordes – desportivos e de investimento em jogadores – e da incessante busca pela glória na tão desejada Liga dos Campeões. Embora na Liga Milionária o melhor que já conseguiu foi chegar aos quartos-de-final nos últimos anos, a nível interno a história tem sido outra. Além de ter conquistado por mais que uma ocasião a FA Cup, a Community Shield – a supertaça inglesa – e a Taça de Inglaterra, voltou a sagrar-se campeão nacional em 2013/14, em 2017/18 e em 2018/19 – estas duas últimas já sob o comando de Pep Guardiola.
      Raio X
      35
      45% Vitórias
      19
      24% Vitórias
      78
      Jogos oficiais